Depois de todo falatório acerca deste vídeo, assisti hoje a entrevista que Marília Gabriela fez com Vanusa. Confesso que fiquei assustada com o estado psicológico da Vanusa. Sim, ela está com um problema de memória que deve ser conseqüência de um bocado de coisa: utilização indevida de remédios, questões pessoais e, sobretudo, excesso de autoconfiança.
Chorei com o que vi, fiquei triste… Logo ela que cantava a mulher das mudanças, evocava o lado forte do feminino. Era tudo mentira, pois se verdade fosse não teria chegado ao estado que chegou.
Doce Vanusa. Hoje aprendi, após esta entrevista, que bom é chorar muito (sempre que for necessário); nunca arrumar os armários; não precisar de grandes bandeiras e nem grandes alardes. O forte é quem vive delicadamente as pequenas coisas. Ou melhor, ninguém é forte, esta nossa condição humana nos coloca sempre frente a frente com o incompleto, com o finito, com um amargo sentimento de vazio e abandono. Pessimista eu? Não, nada disso, muito pelo contrário! È no vazio, caminhando em direção ao nada que me encho de um bocado de coisa: de Deus, dos encantamentos da vida, das manhãs e das noites. Porque quando sou fraca é que sou forte!
*Quando adolescente, adorava uma música da Vanusa que dizia: “…hoje eu vou mudar, vou arrumar minhas gavetas(…)jogar fora sentimentos e ressentimentos tolos. Parar de sofrer por coisas tão pequeninas. Deixar deixar de ser menina pra ser mulher”.
** Depois de ver a entrevista, fui buscar o vídeo, na íntegra, no youtube e dei boas gargalhadas, em especial, com o Madruga no final do vídeo!..rs..rs..rs..rs.
*** Retorno, hoje, ao blog!